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	<title>admin, Author at Arquivo da SJ/AAC</title>
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		<title>Conselho Feminino: o outro lado da História</title>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2025 21:36:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2023, numa edição comemorativa do Dia da Mulher, o Jornal A Cabra lança a sua célebre e marcante capa “Academia de Mulheres”. Nesta edição, salta à vista um artigo que recupera a história do Conselho Feminino. &#160;“A realidade é esta: elas estão aqui. Aqui e nas outras universidades. No entanto, ainda ninguém as viu&#8230;”, excerto publicado numa Via Latina de 1947 que afirmava a intenção da Direção Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) de criar o Conselho Feminino (CF), uma estrutura que pretendia pensar os problemas “culturais e especificamente femininos”, bem como, dinamizar atividades “mais apropriadas e do</p>
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<figure class="wp-block-image alignwide size-large"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="924" height="520" src="https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/1-edited.png?resize=924%2C520&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-4046" srcset="https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/1-edited.png?w=924&amp;ssl=1 924w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/1-edited.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/1-edited.png?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/1-edited.png?resize=60%2C34&amp;ssl=1 60w" sizes="(max-width: 924px) 100vw, 924px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tomada de Posse do Conselho Feminino para o mandato 1960/1961, onde se pode ver Eliana Gersão e Carlos Candal a assinar o livro de atas.</figcaption></figure>



<p>Em 2023, numa edição comemorativa do Dia da Mulher, o Jornal A Cabra lança a sua célebre e marcante capa “Academia de Mulheres”. Nesta edição, salta à vista um artigo que recupera a história do Conselho Feminino.</p>



<p>&nbsp;“A realidade é esta: elas estão aqui. Aqui e nas outras universidades. No entanto, ainda ninguém as viu&#8230;”, excerto publicado numa Via Latina de 1947 que afirmava a intenção da Direção Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) de criar o Conselho Feminino (CF), uma estrutura que pretendia pensar os problemas “culturais e especificamente femininos”, bem como, dinamizar atividades “mais apropriadas e do interesse do público feminino”.&nbsp;</p>



<p>Mas qual foi o rumo dado a esta Conselho?&nbsp;</p>



<p>Manuela Cruzeiro, investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, afirma que inicialmente o órgão era pouco valorizado, não passava de “um grupo de jovens destinadas à missão de mães, esposas, fadas do lar”, dedicadas a dinamizar atividades de culinária ou costura.&nbsp; Não obstantes os esforços de futuras direções do CF, as mulheres só começaram a entrar verdadeiramente no ambiente académico nos anos 50, afirma Manuela Cruzeiro. Com a vitória de Carlos Candal à Direção Geral da AAC, numa lista de esquerda em representação do Conselho das Repúblicas, o CF também sentiu a mudança. Implementaram novas atividades, incluindo “sessões de educação sexual disfarçadas”. Ora, estes novos ares foram percecionados com grande descontentamento pelos setores mais conservadores e o CF foi acusado, pelas jovens mais conservadoras, de não representar todas as raparigas. A este descontentamento seguiram-se meses “verdadeiramente infernais”, refere Eliana Gersão. Foram feitos inúmeros ataques a raparigas, nomeadamente panfletos anónimos que insinuavam supostas “imoralidades”. O ambiente era caótico, mas acalmou. A 19 de abril de 1961 é publicada na Via Latina a “Carta a uma jovem portuguesa”, que Isabel de Alarcão diz ter sido “uma pedrada no charco”. A Carta em defesa do amor livre, que denunciava as desigualdades de género vigentes, foi, para Eliana Gersão, “inoportuna” e considera que o facto da censura ter autorizado tal publicação foi “uma armadilha para fragilizar todo o movimento associativo”.&nbsp;</p>



<p>Com o aumento da representatividade feminina dentro de outras estruturas&nbsp; da AAC, o órgão, já fragmentado, vai perdendo preponderância e acaba por desaparecer. Eliana Gersão, num artigo da Via Latina, afirma que o desaparecimento do CF “não significa que os seus interesses foram esquecidos, significa que [a estudante] tomou finalmente consciência do papel que lhe pertence dentro da AAC.”</p>



<p>É facto que as mulheres começaram a ocupar cargos dentro das diferentes estruturas da Casa, mas não deixaram nunca morrer a sua luta: de Grupo da Mulher a Secção da Mulher da AAC, o seu papel dentro da Associação Académica não deixou de ser assunto.</p>



<p>E atualmente? Que papel é que “lhe pertence dentro da AAC”?&nbsp;</p>



<p>É certo que há, ainda, um longo caminho a percorrer. Recentemente, foi criada uma Comissão Independente para a Igualdade de Género, com o intuito de debater livremente questões de igualdade de género, bem como, criar um espaço seguro para denunciar situações de desigualdade.&nbsp;</p>



<p>77 anos depois, elas continuam aqui, pelos corredores do edifício e não só. Mas será já uma verdadeira “Academia de Mulheres?”.</p>



<div class="wp-block-jetpack-tiled-gallery aligncenter is-style-rectangular"><div class=""><div class="tiled-gallery__gallery"><div class="tiled-gallery__row"><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:100.00000%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/7-edited.png?strip=info&#038;w=600&#038;ssl=1 600w,https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/7-edited.png?strip=info&#038;w=832&#038;ssl=1 832w" alt="" data-height="468" data-id="4048" data-link="https://arquivo.sjaac.pt/?attachment_id=4047" data-url="https://arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/7-edited.png" data-width="832" src="https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/7-edited.png?ssl=1" data-amp-layout="responsive" aria-label="Open image 1 of 1 in full-screen"/></figure></div></div></div></div></div>



<p>Artigo originalmente escrito por Disa Palma, Ana Raquel Cardoso e Lena Hertel.</p>
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		<title>25 de Abril em Coimbra: Dias de Esperança</title>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2025 17:13:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>«A cidade dorme serena na madrugada de 25 de abril de 1974. Poucos suspeitam do que se está a passar na capital. Em Coimbra, só horas depois do golpe, já o sol vai alto, é que a população sai para a rua para entender o que se está a passar. O regime tinha caído.» No dia 25 de abril, segundo Jorge Gouveia Monteiro, a alta da cidade encontrava-se com alguma agitação. Junto à Porta-Férrea, um colega seu «dá vivas à liberdade». «A dúvida, porém, ainda não estava dissipada: é um golpe de direita ou um golpe de esquerda?» O funcionamento</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="978" height="591" src="https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/1-recortada.jpg?resize=978%2C591&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-4040" srcset="https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/1-recortada.jpg?w=978&amp;ssl=1 978w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/1-recortada.jpg?resize=300%2C181&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/1-recortada.jpg?resize=768%2C464&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/1-recortada.jpg?resize=60%2C36&amp;ssl=1 60w" sizes="(max-width: 978px) 100vw, 978px" /></figure>



<p class="has-text-align-center"><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">«A cidade dorme serena na madrugada de 25 de abril de 1974. Poucos suspeitam do que se está a passar na capital. Em Coimbra, só horas depois do golpe, já o sol vai alto, é que a população sai para a rua para entender o que se está a passar. O regime tinha caído.»</mark></strong></p>



<p class="">No dia 25 de abril, segundo Jorge Gouveia Monteiro, a alta da cidade encontrava-se com alguma agitação. Junto à Porta-Férrea, um colega seu «dá vivas à liberdade». «A dúvida, porém, ainda não estava dissipada: é um golpe de direita ou um golpe de esquerda?»</p>



<p class="">O funcionamento da Universidade de Coimbra decorria com normalidade, mas os estudantes dificultavam os docentes que «insistem em leccionar».</p>



<p class="">Com a certeza de que o golpe era de esquerda, junto do Ateneu começaram a reunir-se estudantes e populares, que planeiam «a estratégia para uma manifestação». Desta forma, foi convocada uma Assembleia Magna nos jardins da Associação Académica de Coimbra (AAC), para o dia 26 de abril.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="962" height="642" src="https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/6-recortada.jpg?resize=962%2C642&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-4041" srcset="https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/6-recortada.jpg?w=962&amp;ssl=1 962w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/6-recortada.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/6-recortada.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/6-recortada.jpg?resize=60%2C40&amp;ssl=1 60w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/6-recortada.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w" sizes="(max-width: 962px) 100vw, 962px" /></figure>



<p class="">«Ao contrário de outros pontos do país, os militares de Coimbra não estão do lado do Movimento das Forças Armadas (MFA). Não os hostilizam (&#8230;) não os apoiam». O policiamento era notório perto da sede da PIDE/DGS, na rua Antero de Quental.&nbsp;</p>



<p class="">Com o decorrer do tempo, havia na cidade, uma maior agitação. «O comércio mantém-se (&#8230;) as casas bancárias encerram a actividade (&#8230;) Ao final da tarde, as gráficas funcionam a todo o vapor para imprimir os primeiros comunicados do PCP».</p>



<p class="">Por sua vez, no dia 26 de abril, os folhetos eram distribuídos por um estudante de Engenharia. «Era a primeira vez que a divulgação de ideias é feita livremente».&nbsp;</p>



<p class="">No final desse dia, «a Praça da República é um mar de gente que se prepara para marchar pelas ruas da cidade» enquanto gritam palavras de ordem. Assim que o trajeto acaba, são várias as pessoas que se dirigem para a sede da PIDE, que ainda se encontrava «cercada pela PSP».</p>



<p class="">Eram quatro da manhã quando se informava «as tropas revolucionárias tomaram o quartel da PIDE». «A saída dos pides estava anunciada». O primeiro a sair foi o inspetor Ferreira da Silva. «Consuma-se a extinção da PIDE/DGS em Coimbra. A opressão cai. A esperança renasce. A revolução está em marcha»</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="982" height="662" src="https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/7-copia-.jpg?resize=982%2C662&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-4042" srcset="https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/7-copia-.jpg?w=982&amp;ssl=1 982w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/7-copia-.jpg?resize=300%2C202&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/7-copia-.jpg?resize=768%2C518&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2025/05/7-copia-.jpg?resize=60%2C40&amp;ssl=1 60w" sizes="auto, (max-width: 982px) 100vw, 982px" /></figure>



<p class=""></p>



<p class="">Reportagem originalmente escrita por Helder Almeida e Bruno Soraggi</p>



<p class=""></p>
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		<title>Dezanove anos após a carga policial no Pólo II</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jan 2024 17:16:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2004 a luta contra a propina tomou novas proporções com tentativas de impedimento da fixação no valor máximo de 852€. O ponto alto foi a 20 de outubro de 2004, há 19 anos, quando houve uma carga policial sobre os estudantes que tentavam impedir a votação da propina máxima, no Senado, resultando na detenção de um aluno. Esta foi aprovada, com a promessa de impugnação e queixa contra as forças policiais por parte da DG/AAC. Cerca de 4 meses antes, em Assembleia Magna (AM), os estudantes decidiram invadir o Senado (na altura era um órgão deliberativo) para impedir essa</p>
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<p>Em 2004 a luta contra a propina tomou novas proporções com tentativas de impedimento da fixação no valor máximo de 852€. O ponto alto foi a 20 de outubro de 2004, há 19 anos, quando houve uma carga policial sobre os estudantes que tentavam impedir a votação da propina máxima, no Senado, resultando na detenção de um aluno. Esta foi aprovada, com a promessa de impugnação e queixa contra as forças policiais por parte da DG/AAC.</p>



<figure class="wp-block-image alignwide size-large"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="670" src="https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_20_outubro_logo.png?resize=1024%2C670&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3766" srcset="https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_20_outubro_logo.png?resize=1024%2C670&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_20_outubro_logo.png?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_20_outubro_logo.png?resize=768%2C502&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_20_outubro_logo.png?resize=1536%2C1004&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_20_outubro_logo.png?resize=2048%2C1339&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_20_outubro_logo.png?resize=60%2C39&amp;ssl=1 60w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_20_outubro_logo.png?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Cerca de 4 meses antes, em Assembleia Magna (AM), os estudantes decidiram invadir o Senado (na altura era um órgão deliberativo) para impedir essa decisão. No dia 2 de junho, sessenta estudantes cumprem o decidido, conduzindo ao adiamento da decisão. Perante isto, o reitor Seabra Santos invocou o “estado de necessidade” e optou por voto por correspondência, que a DG contestou através de duas providências cautelares entregues ao Tribunal Administrativo de Coimbra (TAC), que decidiu suspender a votação por correspondência até deliberação. Contudo, o reitor decide dar continuidade à contagem dos votos, levando a uma nova invasão para a impedir, por ser considerada ilegal pelos alunos. Dos 70 senadores, votaram 37 (atingindo o quórum, mas sem os estudantes senadores), com 35 a favor e 2 em branco. A sua aplicação ficaria dependente da decisão do TAC.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Para o dia 20 deste mês estava marcada uma reunião extraordinária do senado universitário, no Pólo II. Discutia-se então o valor da propina na Universidade de Coimbra.</p>
<cite>A Cabra 171</cite></blockquote>



<p>Após as férias de verão, os estudantes voltaram à carga, invadindo a cerimónia de abertura solene. Ainda sem resposta do TAC e apesar de ter declarado que esperaria pela mesma antes de marcar nova reunião, o reitor convocou o Senado para 20 de outubro, atipicamente no Pólo II para dissuadir protestos. Considerado ilegal pelos estudantes, estes tentaram nova invasão e surgiram os confrontos.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Contestei por imagens televisivas no próprio dia que houve um comportamento extremamente violento da parte dos estudantes que tentaram derrubar as grades de segurança, que tentaram partir os vidros do edifício, que tentaram invadir violentamente o senado. Eu fui responsável por pedir à PSP que controlasse a porta da entrada do edifício para deixar somente os membros do senado e a comunicação social terem acesso ao edifício. </p><cite>Seabra Santos em entrevista, edição 122</cite></blockquote></figure>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="628" src="https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_proteste_edicao117_logo-1.png?resize=1024%2C628&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3767" style="width:474px;height:auto" srcset="https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_proteste_edicao117_logo-1.png?resize=1024%2C628&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_proteste_edicao117_logo-1.png?resize=300%2C184&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_proteste_edicao117_logo-1.png?resize=768%2C471&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_proteste_edicao117_logo-1.png?resize=1536%2C942&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_proteste_edicao117_logo-1.png?resize=2048%2C1256&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/arquivo.sjaac.pt/wp-content/uploads/2024/01/foto_proteste_edicao117_logo-1.png?resize=60%2C37&amp;ssl=1 60w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>
</div>


<p>Após este dia, os estudantes senadores demitiram-se em protesto, em conjunto com os estudantes da Assembleia da Universidade (órgão que elegia o reitor, à semelhança do atual Conselho Geral). Constituiu-se ainda uma comissão de luta com membros dos núcleos, secções culturais e desportivas, repúblicas, residências, organismos autónomos, Conselho de Veteranos e qualquer estudante interessado para organizar acções de sensibilização. Além disso, em AM, os estudantes aprovaram um pedido para a demissão do reitor.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p></p></blockquote></figure>
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		<title>A condição da mulher antes e depois do 25 de Abril</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 21:13:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A caminho dos 50 anos do 25 de abril, o artigo escolhido para o dia de hoje começa por revelar que, em Portugal, o movimento feminista nunca chegou a ser sufragista como o feminismo inglês ou americano, mas antes um movimento moderado na sua globalidade, apensar das várias tendências, desde a mais conservadora a uma via mais radical consoante as mulheres que o protagonizasse. Na primeira fase, com a Liga das Mulheres Republicanas, reivindicava-se sobretudo o direito à educação, ao voto, à sua independência económica e ao divórcio. Esta primeira vaga trazia consigo a ideia de que estes direitos iriam</p>
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<p class="">A caminho dos 50 anos do 25 de abril, o artigo escolhido para o dia de hoje começa por revelar que, em Portugal, o movimento feminista nunca chegou a ser sufragista como o feminismo inglês ou americano, mas antes um movimento moderado na sua globalidade, apensar das várias tendências, desde a mais conservadora a uma via mais radical consoante as mulheres que o protagonizasse.</p>



<p class="">Na primeira fase, com a Liga das Mulheres Republicanas, reivindicava-se sobretudo o direito à educação, ao voto, à sua independência económica e ao divórcio. Esta primeira vaga trazia consigo a ideia de que estes direitos iriam fazer delas melhores mães e esposas.</p>



<p class="">Numa segunda vaga, mais marcante e com um marco nos anos sessenta, salienta-se a luta pelos mesmo direitos com maior ênfase. Reivindica-se igualmente um Estado-Providência, nomeadamente o reconhecimento de melhores condições na gravidez e maternidade, pela criação de creches e jardins de infância, melhores condições de trabalho… No entanto, o feminismo português não reuniu a mobilização necessária tal como foi verificada noutros países (e.g. nórdicos).</p>



<p class="">As alterações jurídicas no direito português subsequentes ao 25 de abril de 1974 não foram obtidas devido à mobilização do movimento feminista, mas antes pela nova ordem política. Na lei, passou a vigorar, pela primeira vez, a igualdade entre homens e mulheres; foi reconhecido o sufrágio universal. Foi retirado aos maridos o direito de violar a correspondência e não autorizar a saída do país. Também o alargamento da licença de maternidade passou para 90 dias, bem como o acesso das mulheres a todas as carreiras profissionais.</p>



<p class="">Apesar de ter conquistado território tradicionalmente masculino, o facto é que as mulheres continuaram, na sua maioria, a desempenhar áreas tipicamente femininas (ligadas ao cuidado, à organização e a um zelo que passou da esfera privada para uma esfera pública).</p>



<p class="">Passaram 24 anos após a publicação deste artigo e hoje perguntamos-te: o que tens a dizer sobre a condição da mulher neste pós 25 de abril?</p>



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<p class="">Por Graça Costa.</p>
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